1.3.06
Rápida, a sombra
28.2.06
O estado de sítio
27.2.06
Interpretação consoladora
26.2.06
Borges, sem porquê
Os blogs de JAB
Dia de arrumações, criei um blog em que, dizendo de quem se trata, deixo, de modo arrumado, a lista dos blogs que criei e o modo fácil de saber em que dia os actualizei. A partir dali linkam-se todos. Não é que eu tenha muitos leitores, mas acho que lhes devo ao menos o respeito de me organizar. O blog tem o meu nome e encontra-se clicando aqui!.
25.2.06
O entre-choque
24.2.06
Uma vida que já foi
23.2.06
Um outro santo Agostinho
21.2.06
A porta aberta
20.2.06
E digam lá que não!
18.2.06
O jardim de Deus
16.2.06
«A Luta» continua
14.2.06
Um amor que mata!
Morte no capítulo três
12.2.06
O a e o de, essa inescapável diferença
11.2.06
Poetria
Um sábado de cores
10.2.06
A via salvífica
9.2.06
Acaso
Amanhã, melhor dormido
7.2.06
Trabalhos manuais
O galo Zagalo
4.2.06
O homem, esse desconhecido
2.2.06
A graça rudimentar
1.2.06
A mosca tsé-tsé!
31.1.06
Pilhas de graça!
29.1.06
Começa um vida
28.1.06
Rebelo da Silva
A pequena escala
27.1.06
O deleite e a desarrumação
26.1.06
Nós outros
25.1.06
Salve-se a geometria!
Crónica da hora que passa
23.1.06
O quem era e o porque é
22.1.06
Clientes de mão
Uma vida que começa
O único e o singular de cada amor
17.1.06
Mau parecer
Uma víscera ruim
Manuel Fernandes Laranjeira compôs em 1908 um «Diário Íntimo» onde anotou que, afinal, a alma é uma víscera ruim. Pouco antes do regicídio escreveu uma série de artigos, que Luiz Pacheco viria a editar-lhe, em trezentos modestos exemplares, na Contraponto. São notas soltas sobre o «pessimismo nacional», sobre as «quadrilhas messiânicas», sobre a «enfermidade congénita» dos portugueses, maleita que é um sintoma alarmante «de uma doença infecciosa grave», toda «de natureza parasitária». Manuel Laranjeira suicidou-se em Espinho no dia 22 de Fevereiro de 1912, com um tiro na cabeça, como era inevitável. Dele disse Miguel de Unamuno que «a vida o matou e ele deu vida à morte», como à de Portugal uma «Nação morta destinada a ser devorada pelas Nações vivas». Numa carta a Amadeo de Souza-Cardoso, Laranjeira, médico, diagnosticou a sua doença, a dos que sentem «morrer a vida» por não talhar a vida ao seu ideal.
16.1.06
Um dia
15.1.06
É só carregar no «on»!
Nos teus olhos altamente perigosas
Saudades do gasolim
A Praça de Espanha
Ler, rir e viajar
Tempus fugit
13.1.06
Alça daqui!
11.1.06
Um furo!
A caderneta escolar
9.1.06
O homem de Manhufe
8.1.06
Sendo-se justo
7.1.06
Cantam as nossas almas
A intranquila sensação
5.1.06
Uma escrita exaurida
4.1.06
Morreu
3.1.06
A cidadela sitiada
2.1.06
A definição de uma alma
Adivinha quem vem jantar?
Um tiro às escuras
A referência vem aqui, num artigo sobre a adaptação ao cinema de histórias previamente contadas em livro. Uma das graças é que «no livro as imagens são sempre melhores do que no cinema». Mas o que me ficou foi a menção a Tchekov, quando, a propósito ainda do teatro, dizia, a propósito dos tempos cénicos, que se há uma arma na primeira cena, ela tem que ser disparada na segunda. A atentar em algumas peças de teatro, o risco é serem disparadas sim, mas da plateia sobre o palco. O mesmo se diga do cinema, mas com menos sucesso.
Um homem em fuga
1.1.06
Dias assim
31.12.05
O beneficente consolo
30.12.05
Elixir capilar
29.12.05
Na imensidão de um muro
28.12.05
Uma língua que ecoa
O lugar de toda a gente
27.12.05
Vocês, vejam lá!
26.12.05
Prognóstico reservado
A lenda dos malvados
Enleante cuidado
25.12.05
Amar
A estrada
24.12.05
Os limites da compreensão
De vésperas
12.12.05
Sabina Freire
O acaso persistente
11.12.05
E é melhor nem pensar!
Florbela: conhecer-me!
Eu sei que esta semana fez anos que nasceu a Floberla Espanca, que nasceu em Dezembro e em Dezembro quis morrer. Hoje, já longe da data, tenho comigo apenas um livro de contos que ela escreveu e peço-lhe ajuda para poder ter algo de digno a dizer. É pena, porque como disse a Ivette Kace Centeno, que prefaciou uma sua edição, «incomoda nos contos o fácil dos estereótipos». Mas nem tudo é mau neste momento residual de lembrar a tragédia de uma vida. É que nesse livro e nesse «prefácio», que melhor se chamaria de introdução, é lembrado um momento do seu «Diário do Último Ano» aquele em que Florbela configura a eventualidade de, quando enfim morrer, alguém ler aqueles seus «descosidos monólogos» e assim «realize o que eu não pude: conhecer-me». Por mim tentei, sem ser capaz e vim aqui dizê-lo, assim alguém me ajude.
10.12.05
Demência, Majestade!
8.12.05
A voz, o som, as cores
P. S. Hoje lembrei-me. E «Som da Frente» onde, pelo menos para mim, tudo começou?