25.4.07
Refastelado na otomana
24.4.07
Comigo
23.4.07
A sensação amável
Ao ter descoberto que tinha dado aulas, no longínquo ano de 1976 e na Faculdade de Direito de Lisboa, sem me lembrar já disso, ao Germano de Almeida, não só me surgiu o ímpeto de ler mais livros dele do que os que já li; veio, lenta e difusamente, a sensação reconfortante de que ainda tenho um mundo inteiro para viver, o das coisas que eu não sabia, não recordava ou a que não tinha dado importância. Viajemos pois!
11.4.07
Um só palavra
9.4.07
O corpo e o muro
7.4.07
O tempo e a volta
6.4.07
O ser exibicionista
5.4.07
A sombra
25.3.07
A hora perdida
19.3.07
O dia do pai
18.3.07
Confissões estúpidas de uma estupidez!
14.3.07
O preciso
10.3.07
O desejo de ler
8.3.07
Volta meu cavalo alazão
4.3.07
Tempo afectuoso
3.3.07
Uma vida debalde
Ridícula talvez, de amor seguramente, esta carta, a pedir ao tempo que passe e a ela que soubesse ao menos como amá-lo.
P. S. Já tinha escrito isto hoje ao começo da manhã quando li no livrinho «Aspectos críticos da língua portuguesa», de Sandra Duarte Tavares, leitura de sábado, obra minúscula que cabe num canto da pasta, que não existem na língua portuguesa palavras que contenham dois acentos, pelo que se escreve «bebé» e não «bébé». Atenção, porém! O «til», explica-se no mesmo trabalho, não é um acento gráfico mas uma marca de nasalidade, indicando ditongos ou mesmo só vogais anasaladas e por isso mesmo se escreve «bênção» e não «benção». Abençoada língua esta em que, por melhor que se tente, se está sempre errado, mesmo que seja a falar da Ofélia «Queiroz» ou será «Queirós»?!
1.3.07
De que cor é sentir?
24.2.07
O leitor incessante
22.2.07
A vida obrigatória
21.2.07
A biblioteca itinerante n.º 17
20.2.07
O café dos livros abandonados
18.2.07
O medo de me surpreender
21.1.07
Alucinado
18.1.07
A próxima vez
12.1.07
Alma comburente
6.1.07
O legado de Hemingway
Neste seu estudo o ilustre médico pergunta-se, entre outras coisas, se não teria sido o tratamento que lhe foi instituído para debelar a hipertensão a causa da depressão que o liquidou.
Interessante exercício necrológico, autópsia sobre a morte surpreendente, eis a medicina que salva, a medicina que mata.
O livro chama-se «Hemingway, o seu último legado». O legado, a sua dádiva, teria sido morrer, pois ante isso «redobrou-se a atenção clínica para uma mais cuidadosa avaliação e prevenção dos efeitos colaterais dos fármacos» usados no seu caso. Em nome dos que ainda não fomos mortos pela cura, obrigado, pois, «Papá».